terça-feira, 7 de setembro de 2010

*O artesanato de miriti da Minha Casa*


Você gosta de arte marajoara, história e saber sobre nossas raízes?
(ao lado, urna funerária, os índios faziam elas para colocar seus entes queridos)
















Você gosta de arte do povo?










Você gosta de ver animais, principalmente os que estão em
extinção e saber que estão sendo cuidados e com reprodução
feita por especialistas?







Você gosta de estar em contato com a natureza, ver as criações
de Deus, passar uma tarde de lazer?







Então pode ter certeza de que o Museu Emílio
Goeldi é o lugar perfeito! Ele reúne tudo isso
além de aquário e os centros de estudos do museu.
Simplesmente adorável!

Existem muitos artesanatos de miriti no museu Emílio Goeldi, eles são muitos perfeitos!
Com certeza uma das coisas que são a cara do Pará!


Mas o que é esse "miriti"?
A matéria-prima do artesanato é extraída da palmeira maurita flexuosal, conhecida vulgarmente pelo nome de miritizeiro ou buritizeiro, árvore abundante em nossas matas, várzeas e beiras dos igarapés.

O artesanato de miriti -ou buriti- faz parte da cultura e do cotidiano paraense, figurando com mais intensidade em Belém, durante o Círio de Nazaré, na feira do Ver-o-Peso, além das portas do Museu Emílio Goeldi e do Bosque Rodrigues Alves.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

*Emílio Goeld da Minha Casa*

Emílio Augusto Goeldi (28 de agosto de 1859 Ennetbuhl-Suíça — 5 de julho de 1917 Berna-Suíça) chegou ao Brasil em 1880 para trabalhar no Museu Nacional Brasileiro no Rio de Janeiro, indo posteriormente trabalhar no Museu Paraense em Belém, atendendo um convite do governador do Pará Lauro Sodré onde permaneceu de 1894 até 1907.
Esta é a Rocinha, entrada do Museu Emílio Goeldi; Emílio Goeld criou quatro seções no Museu Paraense: Zoologia, Botânica, Geologia e Etnografia. As coleções reunidas em cada uma delas juntamente com o parque zoobotânico, a biblioteca, os laboratórios, as exposições e uma oficina litográfica, formavam um complexo erguido na então periferia de Belém com os objetivos de pesquisar e divulgar conhecimentos científicos. Com apoio dos governadores do Pará, Goeldi conseguiu a simpatia da população da cidade e realizou um intenso trabalho de investigação, que transformou o Museu Paraense na instituição científica brasileira que mais publicou livros e periódicos na sua época.
(fonte: quadro histórico dentro do museu)

Este é o Museu hoje em dia, mudou bastante...
O Museu Emílio Goeldi foi criado em 6 de outubro de 1886, em Belém do Pará -Brasil- pelo naturalista Domingos Soares Ferreira Pena, sendo a mais antiga instituição de pesquisas da região Amazônica.

Esta é a máquina de escrever de Emílio Goeld, onde ele
escrevia suas idéias e documentações.



A Cerâmica Marajoara é fruto do trabalho dos índios da Ilha de Marajó. O maior acervo de peças de Cerâmica Marajoara encontra-se no Museu Emilio Goeldi em Belém-PA.

A tag *Minha Casa*

A partir de agora vou republicar minhas postagens do meu querido blog Minha Casa, quie fala sobre Belém, o lugar que se tornou meu lar de 2003, não sei porque não consigo mais publicar nele, há um ano deu um 'bug' geral que impede que algo seja postado lá, às vezes dá problema na html aqui tb, mas lá num teve mais jeito, agora vou repassar ele para cá e apagá-lo :(
Postarei tb um print dos comentários~~ ^^